4 de janeiro de 2009
Querido diário,
Estou no avião voltando para Goiânia. Preciso te contar o que aconteceu em minha viagem à Ilha do Mel. Passeio frustrado, já que era o que esperávamos, porém fantástico.
Tudo começou quando minha prima decidiu que era para a Ilha que iríamos na viagem de final de ano. Compramos tudo antecipado, passagens aéreas, roupas, reservamos hotel, afinal o que precisava. Na internet o lugar era lindo, perfeito, com ótimas vistas e lugares paradisíacos.
Fomos em uma turma de quase quinze pessoas, entre elas familiares e amigos. Partimos de avião de Brasilia, já que era mais barato - gastamos muito com o hotel - rumo à Curitiba, mas com escala em Guarulhos. A viagem foi um tanto cansativa e demorada, mas tudo bem. Chegamos em Curitiba quase meia noite e 'varados' de fome, então pedimos pizza.
No outro dia, pela manhã, fomos para uma estação de trem. Uma situação muito engraçada, quinze pessoas andando na rua, cada uma com suas malas, correndo, gritando uns com outros, mas era pra tomar cuidado, já que estávamos a pé, e éramos muitos... ai para não perder, essas coisas de viagem mesmo. Fomos de trem até uma cidadezinha, Pontal do Sul, onde comemos um tal de barreado, uma comida típica da cidade. Mas que comida ruim!
Pegamos um mini-ônibus, viajamos umas duas horas por uma estrada muito bonita e com uma estarda muito boa, por sinal. Nosso último, mas não menos importante, meio de transporte, foi o barco. Na verdade uma balsa, que nos levou, finalmente, até a Ilha do Mel.
Na Ilha não tinha nada pra fazer, NADA mesmo. O negócio era ir pra praia de manhã, almoçar no mesmo restaurante(No Fim da Trilha), voltar para a praia.Ir pro hotel, tomar banho, voltar para o restaurante(acho que conhecemos e experimentamos todo o menu), jogar um pôquer e dormir.
Vivemos cada situação engraçada, cada situação deprimente. Durante vinte dias, não tinha ninguém na ilha, ai de repente no dia do reveillon, onze horas da noite, tinha tanta gente naquele lugar, tanta. Meu primo machucou o joelho, teve que ser carregado por um carrinho de mão. Comemoramos dois aniversários, e outras histórias.
Vivemos cada situação engraçada, cada situação deprimente. Durante vinte dias, não tinha ninguém na ilha, ai de repente no dia do reveillon, onze horas da noite, tinha tanta gente naquele lugar, tanta. Meu primo machucou o joelho, teve que ser carregado por um carrinho de mão. Comemoramos dois aniversários, e outras histórias.
A Ilha do Mel, apesar de ser um péssimo lugar, ficará pra sempre em minha memória, já que as companhias eram ótimas, as histórias contadas e vividas lá, são as melhores.
Diário, pararei de escrever agora, pois o avião começou a pousar, o que significa que está chegando. Até mais!
Nooossa, adorei a história.. a ilha deve ser uma maravilha !
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